Eu vim do nada, mas não sou nada como "nada"
"Nada", como "ninguém pensou que eu era alguma coisa"
"Nada", como "chamado todos os dias pelo livro"
(Soldiers Of Jáh Army)
É isso que estou sentindo agora, ou melhor, que não tenho sentido. Me vem uns pensamentos do nada que insistem em me informar que devo voltar a ser o que era o quanto antes, que preciso saber dosar o expressar do que sinto, porque de forma direta ou indireta posso tá expondo minhas fraquezas e isso é algo muito ruim.
Racionalidade deve andar em primeiro lugar juntamente com qualquer atitude ou sentimento que tenhas em determinado momento, porém, ainda assim devemos colocar a racionalidade para dá o primeiro passo, por mais que venha doer em si próprio, renunciar a si mesmo em alguns momentos, quando se devem tomar atitudes que não vão te favorecer, mas te manterá coerente como pessoa sensata e racional para o bem.
Tenho pensado constantemente se devo mesmo priorizar aquelas “amizades” que não confiam em mim e que não tem me acrescentado em nada ou se devo priorizar aqueles “colegas” que faz de tudo um pouco para me ajudar, na medida do possível, enfim, acho que esse é um quesito que todos deveriam pensar e questionar-se constantemente.
E por fim, essa postagem foi apenas um “escape” para mim, e sim, não sei o porque. Não sei também o porque da ordem dos parágrafos e nem o porque tudo isso entrou em minha mente e saiu pelas minhas mãos sobre o teclado do meu notebook. Será que estou em meio a uma crise existencial, conflito interno ou algo do tipo? Também não sei. Só sei que amo muito, cuido muito, me preocupo demais e sou confuso as vezes e o porque de tudo isso? Não sei, mas foda-se, gosto que seja assim e por incrível que pareça, estou buscando o controle.
“Nunca deixe de priorizar uma amizade quando ela for verdadeira” (Israel Silva)