26 de março de 2017

Verbo to be

Em determinado momento com a correria do dia a dia, a exemplo da faculdade, as responsabilidades em casa, compromissos com o trabalho e dentre outras atividades as quais possamos estar envolvidos, achamos que tudo isso atrapalha nossa vida social, nos afasta das pessoas, do lazer os quais nos proporcionamos e de fato, às vezes acontece, às vezes fica difícil conciliar tanta coisa em tão pouco tempo, eu mesmo já passei por isso e como de praxe, já me culpei muito por me afastar de algumas pessoas por simplesmente "não ter tempo", por de alguma forma "priorizar" minha rotina, mas me custou a perceber que nem tudo é rotina, nem tudo é falta de tempo. Existem vários motivos para além disso tudo, e na maioria das vezes é conhecido como vontade. Não se tem sempre a vontade das mesmas coisas, das mesmas pessoas, das mesmas conversas, das mesmas presenças. Há raríssimas exceções, mas são raríssimas e são exceções. 

É preciso compreender que cada um tem uma visão diferente sobre tudo, sobre o tempo, as prioridades, o interesse, o mundo e por aí vai. Nem todo amor é recíproco e isso é válido para amizades ou qualquer tipo de relação entre pessoas, relações se desgastam e pode se tornar insuportável para um dos lados ou para ambos, acontece. Quem garante que serei minimamente interessante a uma determinada pessoa por muito tempo? Não caracterizo como qualidade ou defeito, mas eu gosto de está próximo, isso pode ser sufocante para uns e recompensador para outros, é da vida. Nem todo mundo tem a necessidade de "clareza" como eu, embora gostaria que todos deixassem isso escancarado para não permitir margens para dúvidas, mas tenho buscado em mim todos os dias a diferença entre "tirar" e "deixar ir", afinal, saírem pela porta por livre e espontânea vontade é uma coisa, conduzir até a porta e convidar a sair, é outra.

#pas

9 de março de 2017

Day by day

Me permitir me trás uma sensação libertária, me torna leve, feliz por não precisar omitir de mim mesmo seja lá o que for que esteja sentindo, porém, me torna alvo do acaso e se fosse apenas isso, foda-se, encararia numa boa, como um lutador de guarda baixa, se não souber se defender dos golpes, leva nocaute e tenho me sentido golpeado, numa luta sem explicação alguma (não que eu saiba), da qual tenho a melhor das intenções e ser golpeado me faz lembrar que de intenções o inferno tá cheio, será esse o motivo? Deus queira que não.