Agora é oficial, tenho um novo notebook. Melhor e mais caro que o anterior, atocha mais em mim que tá pouco, capitalismo maldito. Dito isso, agora posso voltar a trabalhar, estudar e escrever trivialidades na internet (vide este blog).
Eu não aguento mais está confinado neste país, não bastasse a pandemia, aqui não há políticas públicas para que este mal seja sanado e isso tem me adoecido muito mais que a possibilidade de ser contaminado por esse vírus. Saudade de pessoas, de abraços, de vozes, de ver rostos e não apenas os olhos das pessoas, de sentar num bar, de barulho, são enumeras as coisas e as perspectivas não serem as melhores prejudicam todo o resto.
Enfim, estou exausto, só passei aqui pra te dizer querido blog, que estou razoavelmente bem, que agora tenho um novo notebook, que posso me debruçar sobre meu trabalho (e sim, já tem trabalho pra caralho) e que na falta dele até reformei meu quarto, joguei um guarda roupa fora e desapeguei de um monte de roupas e sapatos que a tempos não usava, tenho ficado cada dia um pouco mais desapegado das coisas, mas preciso dizer que ao final do confinamento preciso sair pra comprar umas 50 cuecas e jogar todas as atuais no lixo, tá sem condições. Também tenho lido como nunca e meu cérebro tem ficado em ebulição, e preciso dizer que Frantz Fanon é o mais novo detentor do meu coração. Por hora é isso.