Não cansarei de dizer que “decidir” é meu maior ensinamento do ano e nada melhor do que começar por ele em mais um texto de final de ano, afinal, é assim todos os anos nesse meu destemido e inseparável diário virtual.
O Início: Comecei o 1º de Janeiro de 2019 saindo de uma relação e que me foi um grande aprendizado e entrando em outra relação, que foi minha primeira decisão de 2019, me relacionar com a minha carreira profissional e apenas a isso me dediquei até aqui. Se na vida o que te demanda bastante energia não compreende o seu momento de crescimento pessoal e profissional... eu não caí, mas se você conseguir, caia fora enquanto é tempo. Nada na vida vai te devolver o período perdido, principalmente se dependemos disso para uma perspectiva de futuro. Valorizar é preciso e confundir intensidade com atenção integral tem prazo de validade.
O grande feito: Foi um ano muito difícil de manter a sanidade, a começar pelo governo eleito, pela grande crise política e econômica e por nenhuma perspectiva de melhora, o que consequentemente influenciou e muito na minha maior conquista: a abertura da minha agência de comunicação. Quem me conhece, sabe que esse sempre foi o desejo de realização profissional, ter minha própria empresa e cuidar do meu próprio negócio e aconteceu, foram longos 7 meses durante todo o processo, mas deu certo e conquistamos nossos primeiros clientes que para uma agência com menos de 1 ano, é um grande feito.
O Carnaval: Como quase todos os anos, não gosto de passar o carnaval em Salvador (nem a virada do ano) e dessa vez passei o carnaval no Sítio do Conde com minha segunda família em praias maravilhosas, rios idem, com um caminhão de histórias pra contar e reconectado com pessoas que gosto muito, além de muita água duríssima, preciso dizer.
Mais um ano de vida: Escrevi em um outro texto aqui que “a certeza de que a vida nos devolve o que doamos só aumenta” e só me restou agradecer por saber que sou admirado por pessoas que nem imaginava e pelo carinho de outras que também não fazia ideia. Frustrações sempre acontecem e em outro texto aqui também falei que não foi neste ano que realizei o sonho de reunir todos os meus amigos em uma única mesa (é meu maior sonho) e com Tai lá no velho mundo dificulta ainda mais, mas ano que vem ela tá de volta, vai que? De toda forma, aos que sempre se mobilizam para estarem comigo (até os que não conseguem pq faz parte), só tenho a agradecer.
A bad: O emocional é incontrolável e em algum momento ela bate, e ela veio pouco antes do são joão, que também nunca passo em Salvador, afinal, é minha chance de passar frio no interior e foi lá que canalizei a minha dor. As frustrações e distâncias são coisas que me machucam muito, confesso, e isso não tem nada a ver com expor fraquezas. Sempre fui assim com as pessoas que me relacionei em todos os âmbitos, de amigos e amigas a namoradas. Sou cuidadoso com as pessoas que permito entrar na minha vida e conceder essa permissiva, acolher, cuidar, emancipar de alguma forma e se ver descartado, mesmo sabendo que não sou o mais perfeito das pessoas e tenho diversos defeitos, é doído, sim. E a dor chegou.
O Início: Comecei o 1º de Janeiro de 2019 saindo de uma relação e que me foi um grande aprendizado e entrando em outra relação, que foi minha primeira decisão de 2019, me relacionar com a minha carreira profissional e apenas a isso me dediquei até aqui. Se na vida o que te demanda bastante energia não compreende o seu momento de crescimento pessoal e profissional... eu não caí, mas se você conseguir, caia fora enquanto é tempo. Nada na vida vai te devolver o período perdido, principalmente se dependemos disso para uma perspectiva de futuro. Valorizar é preciso e confundir intensidade com atenção integral tem prazo de validade.
O grande feito: Foi um ano muito difícil de manter a sanidade, a começar pelo governo eleito, pela grande crise política e econômica e por nenhuma perspectiva de melhora, o que consequentemente influenciou e muito na minha maior conquista: a abertura da minha agência de comunicação. Quem me conhece, sabe que esse sempre foi o desejo de realização profissional, ter minha própria empresa e cuidar do meu próprio negócio e aconteceu, foram longos 7 meses durante todo o processo, mas deu certo e conquistamos nossos primeiros clientes que para uma agência com menos de 1 ano, é um grande feito.
O Carnaval: Como quase todos os anos, não gosto de passar o carnaval em Salvador (nem a virada do ano) e dessa vez passei o carnaval no Sítio do Conde com minha segunda família em praias maravilhosas, rios idem, com um caminhão de histórias pra contar e reconectado com pessoas que gosto muito, além de muita água duríssima, preciso dizer.
Mais um ano de vida: Escrevi em um outro texto aqui que “a certeza de que a vida nos devolve o que doamos só aumenta” e só me restou agradecer por saber que sou admirado por pessoas que nem imaginava e pelo carinho de outras que também não fazia ideia. Frustrações sempre acontecem e em outro texto aqui também falei que não foi neste ano que realizei o sonho de reunir todos os meus amigos em uma única mesa (é meu maior sonho) e com Tai lá no velho mundo dificulta ainda mais, mas ano que vem ela tá de volta, vai que? De toda forma, aos que sempre se mobilizam para estarem comigo (até os que não conseguem pq faz parte), só tenho a agradecer.
A bad: O emocional é incontrolável e em algum momento ela bate, e ela veio pouco antes do são joão, que também nunca passo em Salvador, afinal, é minha chance de passar frio no interior e foi lá que canalizei a minha dor. As frustrações e distâncias são coisas que me machucam muito, confesso, e isso não tem nada a ver com expor fraquezas. Sempre fui assim com as pessoas que me relacionei em todos os âmbitos, de amigos e amigas a namoradas. Sou cuidadoso com as pessoas que permito entrar na minha vida e conceder essa permissiva, acolher, cuidar, emancipar de alguma forma e se ver descartado, mesmo sabendo que não sou o mais perfeito das pessoas e tenho diversos defeitos, é doído, sim. E a dor chegou.
A
Os resultados do grande feito: Surgiram novas possibilidades de trabalho, criei novos negócios e me tornei sócio de outros, isso me deixou rico? Óbvio que não, se não, nem estaria digitando essas linhas aqui, só me deu mais trabalho, mais despesa e estou muito feliz com isso. Tá dando pra beber, pelo menos.
O fim do ano: Minha mãe me fez comprar um fogão novo e uma máquina de lavar nova, no mesmo mês para aproveitar a black friday, precisava desabafar aqui e dizer que fiquei indignado com isso. Tudo que aconteceu esse ano me deu a possibilidade de chegar até o dia de hoje com a certeza de que não passarei a virada em Salvador, o Capão tá garantido caso decida ir, mas até a hora que escrevo essas linhas, ainda não decidi por ter várias possibilidades. E apesar de uma semana daquelas em que dormi com uma gripe forte e acordei com conjuntivite, ainda me veio uma torcicolo de bônus, só tenho a agradecer.
Cada tristeza, cada decepção, cada frustração nos ensina tanto que quando as conquistas chegam, elas se tornam imensas diante de nossa luta e é na luta que descobrimos a nós mesmos quando sozinhos e aqueles com os quais podemos contar sempre. Aos que foram e permaneceram em harmonia comigo, aos que deixaram cicatrizes, aos que foram e ligaram o foda-se sem olhar pra trás, e o mais importante: os que chegaram e até os que se reconectaram comigo, tudo que tenho é gratidão por terem contribuído para o que sou hoje. Eu vejo as linhas dessa retrospectiva do ano e posso dizer que venci e tenho muito mais a vencer.
Quem deixa ir, tem sempre. Obrigado ao autor e consumador da minha fé e aos de sempre!
Feliz ano novo!
