Eu sei o que sou e seria bom que todos soubessem o que são ou pelo menos o que querem ser. Tudo que escrevo aqui diz respeito a mim e ao meu ponto de vista acerca das coisas que me envolvem e como não falei do término da última relação a qual tive, falarei agora pela primeira e última vez para que não me esqueça jamais, afinal, aqui eternizo em palavras muitas das coisas que vivi até aqui, nada mais justo que fazer isso no meu diário.
Nunca fui abusivo numa relação, nunca fui proibitivo em nada, nunca fui louco ou doentio e sei que isso não é mérito algum, é obrigação. Fui o melhor que pude ser para quem a uns meses atrás era minha parceira. Posso ter deixado a desejar em diversos aspectos, o que não acredito muito, apesar de saber que o muito pra mim pode ser pouco pro outro, mas o que tenho certeza é que sempre tentei coloca-la pra cima, sempre defendendo sua independência seja ela emocional ou financeira, sempre quis e ainda quero o melhor para ela, sempre fui um verdadeiro parceiro de vida e nada, nem ninguém poderá falar algo diferente disso.
Por mais óbvio que pareça, sempre pedi para que colocasse os estudos à frente da relação por ser o futuro dela e valorizar o fato da mãe ter condições de bancar seu futuro. Por saber que estágio é difícil nos primeiros semestres, sugeri para que ela aprendesse a fazer crochê com minha mãe para poder ter sua própria grana, sem depender de ninguém. Fiz a marca do ateliê de crochê o qual ela deu nome para que pudesse vender as peças feitas, fui até fotógrafo para fazer o ensaio com as amigas dela e colocar a lojinha do instagram no ar, fiz as artes de divulgação, ajudei na precificação dos produtos. Aconselhei da melhor forma possível nas diversas brigas com a irmã e nos embates que tinha com a própria mãe, pedindo sempre para que ela ponderasse as falas e atitudes dela, falamos sobre feminismo e política, por não serem assuntos de seu domínio, sempre com o intuito de aprendermos juntos. Já saí do rio vermelho e fui até itapuã de ônibus apenas para levar o almoço, porque já havia passado da hora de almoçar e demoraria muito até fazê-lo para que ela pudesse estudar, cuidei quando estava doente, diversas vezes lavei os pratos acumulados deixados na cozinha, além de ajudar nas faxinas da casa, arrumar o quarto, lavar o banheiro, nos trabalhos da faculdade, sim, relação pra mim é isso, sei e reconheço as coisas que ela fez por mim e sou muito grato, mas tentei e somei de diversas formas.
E só escrevo tudo isso aqui e agora não para alegar, apenas para não esquecer, porque já li e ouvi que não dei atenção, que não fiz questão, que ignorei, que não me importei em diversos aspectos e por um tempo cheguei acreditar que eu realmente fiz tudo isso, cheguei a achar que eu não prestava, que não valorizei quem tinha ao meu lado, e isso não é verdade. Quem não valoriza, joga para baixo, oprime, rebaixa, deixa em falta e isso nunca fiz. Posso ter errado? Posso, sim. Não sou santo, nem quero ser, mas sempre tive responsabilidade afetiva com as pessoas que me relacionei, namoradas ou não, nunca fiz nenhum tipo de exposição em rede social que pudesse machucar o outro direta ou indiretamente.
Quando já não existia relação, mesmo que ela tenha me tratado de maneira estúpida em vários momentos, ainda assim ficamos algumas vezes, ainda assim passou dias comigo na minha casa, ainda assim dormimos juntos algumas vezes, ainda assim passamos o natal juntos, ainda assim fizemos uma viagem que planejamos quando éramos um casal ainda, conversamos diversas vezes e sempre me coloquei à disposição para qualquer coisa que ela precisasse.
Tínhamos tudo para sermos grandes amigos, coisa que ela dizia querer ser, mesmo que não fôssemos um casal como já não somos. Ela achou que eu queria terminar a relação diversas vezes quando estávamos juntos ainda, ela achou que eu a excluiria de todas as minhas redes sociais quando não estivéssemos mais juntos e hoje entendo o que Freud, o criador da psicanálise, queria dizer com a frase: "Quando Pedro me fala de Paulo, sei mais de Pedro do que de Paulo". O que ele quer dizer é que a maneira como julgamos alguém ou o que falamos a respeito desse alguém estão intimamente mais relacionados com o nosso jeito de ser do que o desse alguém.
Hoje estou bloqueado nas redes sociais dela, desde que terminamos, essa é a segunda vez e não estou me queixando, apenas registrando aqui, mais uma vez para que não me esqueça. Não sei quais foram os motivos dela e isso não me diz respeito, só sei que esses motivos não foram dados por mim. Até aqui fui coerente com minha história e com a história que tive com ela, e assim serei, valorizo muito isso. Não desrespeitei, não soltei piadinhas, não dei indiretas, não interferi em nada na vida dela. Desde que terminamos só estendi a minha mão mesmo quando ela me bloqueou da primeira vez sem que eu tenha feito absolutamente nada a ela, eu sou muito parceiro e apesar de não enxergarem isso, dou o melhor de mim, sim e jamais serei ingrato. Ingratidão, não.
Agora, depois dessas linhas, faço deste assunto morto e enterrado. Para que não me esqueça, apenas.
Nunca fui abusivo numa relação, nunca fui proibitivo em nada, nunca fui louco ou doentio e sei que isso não é mérito algum, é obrigação. Fui o melhor que pude ser para quem a uns meses atrás era minha parceira. Posso ter deixado a desejar em diversos aspectos, o que não acredito muito, apesar de saber que o muito pra mim pode ser pouco pro outro, mas o que tenho certeza é que sempre tentei coloca-la pra cima, sempre defendendo sua independência seja ela emocional ou financeira, sempre quis e ainda quero o melhor para ela, sempre fui um verdadeiro parceiro de vida e nada, nem ninguém poderá falar algo diferente disso.
Por mais óbvio que pareça, sempre pedi para que colocasse os estudos à frente da relação por ser o futuro dela e valorizar o fato da mãe ter condições de bancar seu futuro. Por saber que estágio é difícil nos primeiros semestres, sugeri para que ela aprendesse a fazer crochê com minha mãe para poder ter sua própria grana, sem depender de ninguém. Fiz a marca do ateliê de crochê o qual ela deu nome para que pudesse vender as peças feitas, fui até fotógrafo para fazer o ensaio com as amigas dela e colocar a lojinha do instagram no ar, fiz as artes de divulgação, ajudei na precificação dos produtos. Aconselhei da melhor forma possível nas diversas brigas com a irmã e nos embates que tinha com a própria mãe, pedindo sempre para que ela ponderasse as falas e atitudes dela, falamos sobre feminismo e política, por não serem assuntos de seu domínio, sempre com o intuito de aprendermos juntos. Já saí do rio vermelho e fui até itapuã de ônibus apenas para levar o almoço, porque já havia passado da hora de almoçar e demoraria muito até fazê-lo para que ela pudesse estudar, cuidei quando estava doente, diversas vezes lavei os pratos acumulados deixados na cozinha, além de ajudar nas faxinas da casa, arrumar o quarto, lavar o banheiro, nos trabalhos da faculdade, sim, relação pra mim é isso, sei e reconheço as coisas que ela fez por mim e sou muito grato, mas tentei e somei de diversas formas.
E só escrevo tudo isso aqui e agora não para alegar, apenas para não esquecer, porque já li e ouvi que não dei atenção, que não fiz questão, que ignorei, que não me importei em diversos aspectos e por um tempo cheguei acreditar que eu realmente fiz tudo isso, cheguei a achar que eu não prestava, que não valorizei quem tinha ao meu lado, e isso não é verdade. Quem não valoriza, joga para baixo, oprime, rebaixa, deixa em falta e isso nunca fiz. Posso ter errado? Posso, sim. Não sou santo, nem quero ser, mas sempre tive responsabilidade afetiva com as pessoas que me relacionei, namoradas ou não, nunca fiz nenhum tipo de exposição em rede social que pudesse machucar o outro direta ou indiretamente.
Quando já não existia relação, mesmo que ela tenha me tratado de maneira estúpida em vários momentos, ainda assim ficamos algumas vezes, ainda assim passou dias comigo na minha casa, ainda assim dormimos juntos algumas vezes, ainda assim passamos o natal juntos, ainda assim fizemos uma viagem que planejamos quando éramos um casal ainda, conversamos diversas vezes e sempre me coloquei à disposição para qualquer coisa que ela precisasse.
Tínhamos tudo para sermos grandes amigos, coisa que ela dizia querer ser, mesmo que não fôssemos um casal como já não somos. Ela achou que eu queria terminar a relação diversas vezes quando estávamos juntos ainda, ela achou que eu a excluiria de todas as minhas redes sociais quando não estivéssemos mais juntos e hoje entendo o que Freud, o criador da psicanálise, queria dizer com a frase: "Quando Pedro me fala de Paulo, sei mais de Pedro do que de Paulo". O que ele quer dizer é que a maneira como julgamos alguém ou o que falamos a respeito desse alguém estão intimamente mais relacionados com o nosso jeito de ser do que o desse alguém.
Hoje estou bloqueado nas redes sociais dela, desde que terminamos, essa é a segunda vez e não estou me queixando, apenas registrando aqui, mais uma vez para que não me esqueça. Não sei quais foram os motivos dela e isso não me diz respeito, só sei que esses motivos não foram dados por mim. Até aqui fui coerente com minha história e com a história que tive com ela, e assim serei, valorizo muito isso. Não desrespeitei, não soltei piadinhas, não dei indiretas, não interferi em nada na vida dela. Desde que terminamos só estendi a minha mão mesmo quando ela me bloqueou da primeira vez sem que eu tenha feito absolutamente nada a ela, eu sou muito parceiro e apesar de não enxergarem isso, dou o melhor de mim, sim e jamais serei ingrato. Ingratidão, não.
Agora, depois dessas linhas, faço deste assunto morto e enterrado. Para que não me esqueça, apenas.
Deus é bom o tempo todo!