Ninguém
escreve para ganhar fama, que, de qualquer maneira, é coisa transitória, ou
para atingir a imortalidade. Seguramente, escrevemos em primeiro lugar para
satisfazer alguma coisa que se acha dentro de nós, não para as outras pessoas. É
claro que, quando os outros reconhecem os nossos esforços, a satisfação
interior aumenta, mas, mesmo assim, escrevemos primeiramente para nós mesmos,
seguindo um impulso que vem de dentro - Sigmund Freud.
Neste
espaço que uso para expor ideologias pessoais formadas ao longo de toda uma
pequena vida consideravelmente representada em 22 anos precisamente dito e
eis-me aqui digitando e “fechando” mais um ciclo neste ano de 2012. Este
ano em que muitas coisas mudaram – e porque não dizer onde muitas coisas loucas
aconteceram – um ano regados a intensidade, desejo, apreensão e precisamente
falando, alguns medos, confesso. Mas
nada que venha tirar o brilho e o aprendizado deste ano em que descobrir em mim
sentimentos e ações o qual jamais imaginei sentir ou fazer de novo e por mais
que tenha ficado frustrado pelo resultado, fiquei e fico extremamente feliz por
ter me permitido e saber que foi verdadeiro, sem o domínio predominante da razão,
enfim, só tenho a agradecer a Deus por todo aprendizado a mim concedido –
principalmente neste final de ano – onde grande excesso de informação que foram
agregadas em minha mente.
O
sucesso substitui todos os argumentos e hoje posso dizer
que sou o Israel que sempre fui e que tinha apenas esquecido de agir e pensar
como tal, posso dizer que tenho uma família de verdade e possuo os melhores
amigos os quais incluo como minha família também, não sou realizado por
completo porque não conquistei tudo que tenho de conquistar, mas se não
conseguir, pouco importa, sou realizado pelas pessoas verdadeiras que me cercam. Um feliz natal a todos e um feliz ano novo de muitas conquistas e realizações
infinitas para o coração de todos!
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