Nada é mais enriquecedor que se sentir útil, sentir que deu o seu melhor, sentir a evolução própria e além disso ter a certeza de está do lado certo da sua própria história. Não mais nos punir por coisas a nós impostas, ter a consciência da tranquilidade de ser livre das amarras que a vida nos impõe, sabermos que temos valor sem se sentir moeda, saber que quem tá do nosso lado não quer nada em troca.
Essa semana tive o prazer de ver uns stories de uma mulher no instagram que dizia que têm evitado usar as redes sociais para trocar ideia com as pessoas, por ela saber que as redes sociais se tornou vias de interesse em que homens só a elogiam porque querem comê-la e mulheres só a procuram para se valer da popularidade que ela tem em busca de vantagens em torno das pessoas que ela conhece. Ela ainda conclui dizendo que tem apostado em está presente apenas com pessoas que ela sabe que são de verdade, sem criar bolhas, mas sem se iludir com aproximações que só visam interesse, “mesmo que esse interesse seja meu humilde corpo” (palavras dela).
E isso me trouxe uma grande reflexão de um movimento que tenho feito de me afastar cada vez mais dessa selva que se tornou as redes sociais, onde as pessoas vendem, sim, vendem felicidade. E eu só não abro mão delas por serem ferramentas de trabalho e preciso vender o meu bom gerenciamento delas, ao menos. Tenho buscado está mais comigo mesmo, quem quiser tá comigo, pode está comigo, mas não quero virar refém disso. Excluí meu whatsapp e só uso um para trabalho e para contato com pessoas muito próximas e assim tenho afunilado minha vida e aconselho aos que gosto a fazerem também.
Dizem por aí que nossas vidas só vai para frente depois que nos desapegamos das pessoas que nos levam para trás, mas e as pessoas que nos levaram para frente? A verdadeira liberdade não é aquela que nos permite fazer o que quisermos ou a hora que quisermos, a verdadeira liberdade é aquela que nos faz melhor do que éramos quando tínhamos amarras.

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