Raso como um pires serei, aprofundar é coisa de xícara. Afinal, o que a gente ganha ou perde nessa vida? Esse ano me trouxe diversos motivos para pensar, desde valorizar as pequenas coisas, até valorizar que o bem do outro por mais que não nos favoreça diretamente, pode ser também o nosso próprio bem. Um ano de decidir para além das nossas vontades, de adaptações profundas e de valorizar ainda mais o que nos faz bem, além de perceber quem tá com a gente e quem não tá, quem tem interesse e quem não tem, quem a gente quer manter por perto por motivos nossos ou por saber que acrescenta na vida daquele alguém também, enfim, a lista não tem fim, mas basicamente é tempo de deixar de nos enganar e de enganar o outro, assumir nossas vontades e encarar os medos, mas convenhamos, tem todos estão prontos para isso.
Saíram essas coisas aí, mas nem quero aprofundar nisso, quero falar mesmo é da minha saudade das pequenas coisas. Da saudade de ter meus amigos por perto, de conversar, de rir alto, de beber junto, de planejar trivialidades, de sorrir perto, de gargalhar das vergonhas e das experiências trágicas, de sentar pra tomar um café e falar das alegrias e frustrações amorosas, isso pq não falei do toque, do abraço, do beijo, e também nem quero aprofundar nisso pra não me irritar, pq as ultimas vezes que fui a cafés e a bares, em tempos de pandemia, foram a trabalho e isso já tem me cansado, mas não vou reclamar, se não fosse o trabalho já teria enlouquecido.
Ano passado perdi minha amiga pra frança, um brother pra alemanha e esse ano os trouxe de volta, mas já tá levando ela de volta again, já bebi por isso esse final de semana, porém, a ressaca durará por um bom tempo, já sinto isso daqui, mas a vida é feita de ciclos e escolhas, certo? Afinal, o que a gente ganha ou perde nessa vida?
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